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REALIZAM PELA 1ª VEZ
EM CURITIBA:
WORKSHOP INTERNACIONAL DE FLAMENCO
COM A MAESTRA E BAILAORA DA ESPANHA
CARMEN LA TALEGONA
Dias 23, 24, 25 E 26 de ABRIL de 2009
Local: Escola Carmen Romero Dança Flamenca
Informações: (41) 3262.9782 (das
14h às 19h)
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TURMA |
QUINTA |
SEXTA |
SÁBADO |
DOMINGO |
VALORES
até 10/03/09 |
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AVANÇADO
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11h30
às 12h30
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11h30
às 12h30 |
17h
às 18h30 |
11h30
às 13h |
R$
350,00
[para alunos da escola] |
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R$
400,00
[para não-alunos]
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TÉCNICA |
18h
às 19h
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18h
às 19h |
10h
às 11h |
15h
às 16h |
R$
300,00
[para alunos da escola] |
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R$
350,00
[para não-alunos]
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TÉCNICA |
19h15
às 20h15
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19h15
às 20h15 |
11h15
às 12h15 |
16h30
às 17h30 |
R$
300,00
[para alunos da escola] |
R$
350,00
[para não-alunos]
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INTERMEDIÁRIO |
20h30
às 21h30
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20h30
às 21h30 |
15h
às 16h30 |
18h
às 19h30 |
R$
350,00
[para alunos da escola] |
R$
400,00
[para não-alunos]
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FORMAS DE PAGAMENTO:
ATÉ O
DIA 10 DE MARÇO (Terça-feira): |
TÉCNICA |
ALUNOS (integrantes
da Escola) |
R$
300,00
2 cheques de R$ 150,00 (com datas 10/03/09 e 10/04/09) |
INTERESSADOS (não-alunos) |
R$ 350,00
2 cheques de R$ 175,00 (com datas 10/03 e 10/04) |
INTERMEDIÁRIO
E AVANÇADO |
ALUNOS (integrantes
da Escola) |
R$
350,00
2 cheques de R$ 175,00 (com datas 10/03/09 e
10/04/09) |
INTERESSADOS (não-alunos) |
R$
400,00
2 cheques de R$ 200,00 (com datas 10/03 e 10/04) |
| APÓS
A DATA DE 10/03: |
| TÉCNICA |
ALUNOS (integrantes
da Escola) |
R$
350,00
|
INTERESSADOS (não-alunos) |
R$
400,00
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INTERMEDIÁRIO
E AVANÇADO |
ALUNOS (integrantes
da Escola) |
R$
400,00
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INTERESSADOS (não-alunos) |
R$
450,00
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*Descontos
de 50% para o professor que matricular
5 alunos e 100% para o que matricular
10 alunos.
* LIMITE MÁXIMO DE 16 ALUNOS POR TURMA |
PREÇOS ESPECIAIS
PARA 2 TURMAS:
ATÉ O
DIA 10 DE MARÇO (Terça-feira): |
TÉCNICA
+ TÉCNICA |
ALUNOS (integrantes
da Escola) |
R$
550,00
2 cheques de R$ 275,00 (com datas 10/03/09 e 10/04/09) |
INTERESSADOS (não-alunos) |
R$ 650,00
2 cheques de R$ 325,00 (com datas 10/03 e 10/04) |
| TÉCNICA
+ INTERMEDIÁRIO |
ALUNOS (integrantes
da Escola) |
R$
600,00
2 cheques de R$ 300,00 (com datas 10/03/09 e
10/04/09) |
INTERESSADOS (não-alunos) |
R$
700,00
2 cheques de R$ 350,00 (com datas 10/03 e 10/04) |
| INTERMEDIÁRIO +
AVANÇADO |
ALUNOS (integrantes
da Escola) |
R$
650,00
2 cheques de R$ 325,00 (com datas 10/03/09 e
10/04/09)
|
INTERESSADOS (não-alunos) |
R$
750,00
2 cheques de R$ 375,00 (com datas 10/03/09 e
10/04/09)
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APÓS
O DIA 10/03: |
TÉCNICA
+ TÉCNICA |
ALUNOS (integrantes
da Escola) |
R$
650,00
2 cheques de R$ 325,00 (com datas 10/03/09 e 10/04/09) |
INTERESSADOS (não-alunos) |
R$ 750,00
2 cheques de R$ 375,00 (com datas 10/03 e 10/04) |
| TÉCNICA
+ INTERMEDIÁRIO |
ALUNOS (integrantes
da Escola) |
R$
700,00
2 cheques de R$ 350,00 (com datas 10/03/09 e
10/04/09) |
INTERESSADOS (não-alunos) |
R$
800,00
2 cheques de R$ 400,00 (com datas 10/03 e 10/04) |
| INTERMEDIÁRIO +
AVANÇADO |
ALUNOS (integrantes
da Escola) |
R$
750,00
2 cheques de R$ 375,00 (com datas 10/03/09 e
10/04/09)
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INTERESSADOS (não-alunos) |
R$
850,00
2 cheques de R$ 425,00 (com datas 10/03/09 e
10/04/09)
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Seu nome é Maria del Carmen Rivas Aranda, mas é conhecida
pelos flamencos e pelo grande público como Carmen “La
Talegona”. Seu nome soa. E soa forte. Como seus pés,
quando está em cima de um palco. A precisão
de seus movimentos e de seu sapateado veloz e audaz, impressionam.
O público enlouquece ao vê-la dançar,
pois sua energia é algo que não se pode medir,
quase não se pode controlar. Em suas aulas, como maestra,
também aparece “La Talegona”, pois não
precisa estar em um palco para mostrar sua arte. Mesmo que
os papéis às vezes pareçam confundir-se,
aí está a professora, preocupada com que os
alunos entendam o que quer ensinar, e que façam quantas
perguntas sejam necessárias. |
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“
Na minha família a maioria são cantaores”. É verdade.
Seu tio, Talegón de Córdoba, é uma
das grandes figuras do cante, além de grande
conhecedor desta arte. Como diz Carmen, “é uma
enciclopédia”. Também se destaca
sua tia, Maria La Talegona, que era saetera, além
de cantar flamenco. Não há necessidade
de perguntar-lhe de onde vem seu nome artístico,
ela mesma se adianta: “nós nos chamamos
Los Talegones pela parte de minha mãe, minha
avó, minha bisavó, La Talegona, El
Talegón, etc, ou seja, isso vem de saga,
já.” Mas ela saiu bailaora…para
nossa sorte.
O flamenco é como uma droga. Uma vez que você começa,
já não consegue parar. E Carmen adora essa
droga. “Que me doa, é disso que eu gosto!”.
As “bircherias” que se fazem com os pés
(a velocidade, o excesso de notas), das quais muitos
bailaores e bailaoras são adeptos, não
lhe dizem nada se não contêm arte, expressão,
vida. E isso ela pode dizer com autoridade, pois em seu
baile sobram técnica e precisão na percussão
que executa com maestria com seu pés. Mas em seu
baile também há arte de sobra, e ela não
deixa de utilizar o corpo e a alma para dançar. “A
técnica está na ordem do dia”, diz.
E alerta para os possíveis males que tão
alardeada evolução pode causar. Quando
já não existe diálogo entre baile
e cante, e guitarra, se perde o que de tão bonito
e autêntico se havia conquistado. Carmen não
concebe a coreografia como um fim, mas sim como um meio.
Um meio que é mutável, e que pode transformar-se
em mil coisas quando permite que haja espaço para
todos, e não se fecha em si mesmo. “Você dança
para o cante, e é como se o cante dançasse
para você…é algo de mútuo acordo.”
Hoje em dia, o que mais se vê são dançarinos
dançando coreografias. Já não se
dança a salida de cante, a letra, o estribillo,
a coletilla… Se dança a coreografia. E Carmen
faz sua crítica: “é que também,
não estudam cante”. E arremata: “Você deve,
como artista, como bailaora, saber ao menos o mínimo.” E
não se trata de dizer que a coreografia não
tenha seu lugar. É evidente que sim. Considera
Javier Latorre e Antonio Gades os grandes nomes, tendo
feito ambos obras que já fazem parte da história.
Para Carmen, a coreografia é uma arte muito grande,
pois para ser coreógrafo é preciso estudar
muito e preparar-se muito, ter um conhecimento fora do
normal. Mas no flamenco também deve haver espaço
para o improviso, o que também exige um alto grau
de conhecimento técnico e artístico. Ambas
são manifestações artísticas
incomparáveis pelo que representam e abarcam,
e cada uma tem seu espaço e importância.
Quando perguntada sobre o que é necessário
para ser um bom professor, bailaor e coreógrafo,
a resposta é sempre a mesma: conhecimento. Ter
as coisas muito claras. A resposta é simples.
Mas o simples costuma ser o mais difícil de alcançar.
Neste caso, a simplicidade denota sabedoria: é preciso
preparar-se para aquilo que nos dispomos a fazer, se
queremos fazê-lo bem feito, e estar cientes de
que quanto mais conhecimento adquirimos, mais longe do
objetivo estamos, pois o conhecimento é algo que
estaremos sempre buscando para poder fazê-lo cada
vez melhor e com mais responsabilidade. Ou seja, antes
de ser um bom professor, bailaor, coreógrafo, é preciso
aprender algo de mesma importância, pois é o
que vai possibilitar ser um artista completo: ser um
bom aluno. E para ser um bom aluno? “Ter a curiosidade
de perguntar”. Simples? Pois comecemos por aí.
Perguntemos, pensemos, indaguemos a nossos professores,
a nossos artistas, a nós mesmos. Pois “aquele
que reúna tudo, aquele que tem arte, e tem técnica, é uma
bomba!”. Dito e feito. Por Carmen, muito bem dito,
e melhor ainda feito.
Artigo extraído
do site "DART
Flamenco do Brasil" de Cylla Alonso.
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Rua Nilo Cairo, 240 - Centro - Curitiba /PR
Informações: (41) 3262.9782 (das
14h às 19h)
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convênio com Estacionamento PortalPark
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